A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma medida nesta quinta-feira, 19 de março de 2026, contra a empresa WTZ Nutrition LTDA. A decisão determina a interrupção imediata de qualquer atividade relacionada aos suplementos da marca em todo o país.

A ação foi baseada em uma inspeção feita pela Vigilância Sanitária de Arapongas, no Paraná. Durante a vistoria, foi constatado que os produtos eram estocados em condições inadequadas. Os suplementos compartilhavam o mesmo espaço de uma oficina de marcenaria.

Além do ambiente impróprio para armazenamento, a empresa não possuía a licença sanitária obrigatória para funcionar. Os fiscais também identificaram fraudes nos rótulos dos produtos. Informações como número do lote e data de validade estavam adulteradas.

O fundamento legal para a proibição é a Resolução (RE) 1.038/2026, publicada no Diário Oficial da União. A norma proíbe a fabricação, a comercialização, a distribuição, a importação e a divulgação de qualquer alimento produzido pela WTZ Nutrition.

A Anvisa alerta que o consumo de substâncias fabricadas sem fiscalização em ambientes inadequados representa um risco à saúde. A falta de controle sobre a validade real dos componentes pode levar a intoxicações ou a reações adversas em consumidores.

Para saber se possui um produto proibido, o consumidor deve verificar o nome do fabricante na embalagem. Qualquer item com a identificação da WTZ Nutrition LTDA está sob apreensão e não deve ser consumido.

A orientação para quem comprou esses produtos recentemente é entrar em contato com o local da compra para saber sobre o descarte correto. A fiscalização continua acompanhando a retirada dos lotes do mercado.

A população também pode auxiliar os órgãos de controle. Caso encontre esses suplementos à venda em lojas físicas ou na internet, deve fazer uma denúncia. A venda após a publicação da resolução configura uma infração sanitária, sujeita a multas e outras penalidades.

A medida reforça a importância de se adquirir produtos de empresas com transparência nos processos e que tenham as devidas autorizações dos órgãos responsáveis. Essa é uma forma de evitar riscos à saúde e garantir a segurança alimentar.

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César Walsh

Economista e financeiro com vasta experiência em grandes hospitais, César Walsh, atualmente, dedica-se como hobby a produzir conteúdos na área da saúde, compartilhando insights no Ortopedista de Ombro blog.